AGENDA

RECESSO PARLAMENTAR (VEREADORES): 23/12/2022 - 30/01/2023

SESSÃO ORDINÁRIA: 07/02 - 17H

imprensa

02/12/2022

Brasília

Legislativo brusquense enviará moção de apoio à abertura da “CPI do Abuso de Autoridade”

Destaque

Por seis votos favoráveis e um voto contrário, a Câmara Municipal de Brusque aprovou moção de apoio à abertura da “CPI do Abuso de Autoridade”. A mensagem será endereçada à Câmara dos Deputados, em Brasília. A deliberação da matéria ocorreu durante a última sessão ordinária do Legislativo brusquense, na terça-feira, 29 de novembro. O pedido pela criação da comissão parlamentar de inquérito foi protocolado pelo deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) na semana passada.

“Essa é uma moção de apoio à abertura da CPI, para investigar o abuso de autoridade e a censura que vimos vivenciando por parte do STF e do TSE. O deputado Van Hattem já colheu mais de 190 assinaturas [de outros deputados], mais que o suficiente”, declarou o vereador Nik Imhof (MDB), autor da moção e líder do governo municipal na Câmara de Brusque. “Agora, o presidente tem que deliberar para que os trabalhos continuem”, prosseguiu o parlamentar, referindo-se ao deputado federal Arthur Lira (PP-AL).

Para o edil, a atuação das cortes citadas na proposição tem ferido a livre manifestação do pensamento prevista no artigo 5º da Constituição Federal. “A gente vem vivenciando a perseguição de manifestantes, a busca por alguma suposta liderança das manifestações [contrárias à eleição de Lula à presidência da República], para realmente censurar e punir essas pessoas. Inúmeras pessoas tiveram suas redes sociais censuradas e a CPI é para investigar todo esse abuso contra nós, brasileiros, cidadãos, empresários, inclusive um da nossa cidade que sofreu busca e apreensão em suas propriedades”.

Em aparte, Jean Pirola (PP) endossou o ponto de vista do emedebista: “O que me chamou a atenção durante essa semana é que ficou comprovado que o TSE contratou uma empresa pra vigiar as redes sociais. É incrível. Daqui a pouco, eles vão contratar uma empresa pra vigiar o teu microfone, o meu microfone, vão censurar as nossas falas na Câmara de Vereadores. Não está demorando pra isso acontecer”.

Ao retomar a palavra, Imhof concluiu: “Que realmente se investigue e parem com essa bagunça no nosso Brasil de querer calar as pessoas”.

    Nenhum tópico relacionado para este conteúdo;

    veja também