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29/09/2022

Pronunciamento

“O voto que vamos colocar na urna reflete, sim, dentro das nossas casas”, diz André Rezini

Destaque

Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 27 de setembro, o vereador André Rezini (Republicanos) deu continuidade à discussão que levara à tribuna, na mesma reunião, os vereadores Alessandro Simas (PP) e Marlina Oliveira Schiessl (PT): a falta de vagas nos anos iniciais do Ensino Fundamental, para o ano de 2023, no bairro Dom Joaquim. A pauta motivou cidadãos daquela comunidade a protestar com cartazes durante a realização da plenária.

“Realmente, é um absurdo esse problema, em pleno século 21, não termos harmonia entre o governo do Estado e os municípios. É uma tremenda irresponsabilidade chegar no final do ano e as famílias não terem onde matricular as crianças para o 1º ano. Chego até a perder as palavras, porque pega a todos nós de surpresa, inclusive a nós, políticos, que estamos aqui para servir o povo. Como Câmara Municipal, precisamos, sim, fazer algo”, declarou o parlamentar.

“Temos uma eleição importantíssima no próximo domingo e eu entendo que a nossa comunidade, as famílias, precisa entender em quem vai votar, principalmente, nesse caso, falando do governo do Estado. Busque a história de cada candidato, leia o seu plano de governo. Infelizmente, a classe política no Brasil está jogada na vala comum, mas temos bons políticos, políticos sérios, que realmente pensam no próximo”, prosseguiu o orador. “O voto que vamos colocar na urna reflete, sim, dentro das nossas casas, e estamos vendo agora um problemão que não é só da comunidade do Dom Joaquim, mas com certeza vai se estender a outros bairros do nosso município e a outros municípios do estado”, alertou.

Rezini argumentou, por fim, que as cidades não conseguirão assumir a responsabilidade pelo Ensino Fundamental sem que tenham tempo hábil e apoio do governo estadual para se planejar e resolver os gargalos relacionados à Educação. “Tem que ser harmônico, conversado com os municípios. Entendemos que, em 2007, o Ministério da Educação, no governo Lula, deu autonomia para os governos, aos poucos, ir tirando a responsabilidade dos estados e trazendo para os municípios, mas não pode ser em três, quatro meses ou até um ano. O governo do Estado não pode simplesmente jogar tudo para cima e a bomba cair aqui de uma hora para outra. Tem que sentar com os secretários de Educação e ver de que forma vai ser feito, porque isso requer orçamento, construção de mais salas de aula e a responsabilidade para poder dar esse algo a mais”, concluiu o republicano. 

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