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SESSÃO ORDINÁRIA : 07/12 - 18H

RECESSO PARLAMENTAR: 23/12/2021 - 31/01/2022

imprensa

19/03/2021

Pronunciamento

​Cassiano Tavares traz à tribuna preocupações de moradores do Guarani com obras de supermercado atacadista

Destaque

Na sessão ordinária desta terça-feira, 16 de março, o vereador Cassiano Tavares, o Cacá (Podemos), trouxe à tribuna demandas dos moradores do bairro Guarani. Ele relatou que foi procurado pela comunidade por preocupações com obras para a instalação de um supermercado atacadista na Rua General Osório. Segundo o parlamentar, a obra de enrocamento em trecho do rio Itajaí-Mirim é o que causa temor em moradores, com a possibilidade de agravamento de enchentes frequentes na região.

Cacá trouxe informações sobre encontro no qual participou na Prefeitura, na manhã do mesmo dia. Na ocasião, estavam reunidos uma comitiva de moradores do bairro, proprietários do terreno, engenheiros responsáveis pela obra e representantes da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), Instituto Brusquense de Planejamento (Ibplan), Procuradoria Geral do Município e o vice-prefeito, Gilmar Doerner (DC).

“Os ânimos estavam exaltados”, relatou. Cacá disse ter se posicionado contrário ao acionamento do Ministério Público para embargar a obra, como sugerido por alguns moradores. “A gente sabe que a nossa justiça é morosa, podemos ficar meses ou talvez anos com a obra parada e não vai adiantar de nada”, justificou.

O vereador frisou que a preocupação dos moradores é valida e que “assusta” ver as pedras na margem do rio e o paredão construído. O progresso de um grande empreendimento é bem-vindo, frisou. “Mas temos que pensar na segurança e bem-estar de toda a comunidade do Guarani, que ao longo dos anos sofre muito com as cheias”, contrapôs.

Cacá ponderou que foi bem informado pela Fundema sobre o assunto, com a apresentação de documentos que comprovam a regularidade das obras em relação ao projeto. “Acontece que a comunidade acredita que o projeto é perigoso para o bairro”, ponderou. Uma das recomendações apontadas na reunião foi a contratação de uma avaliação técnica terceirizada para atestar se o projeto oferece riscos quanto à vazão do rio naquele trecho. 

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