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SESSÃO ORDINÁRIA: 26/11 - 17H

imprensa

12/09/2019

Pronunciamento

Marcos Deichmann salienta importância das associações de pais e professores para as escolas

Destaque

O vereador Marcos Deichmann (PATRI) ressaltou durante a sessão ordinária desta terça-feira, 10 de setembro, a atuação das associações de pais e professores (APPs) nas escolas de Brusque. Para ilustrar sua fala, ele apresentou dados sobre a arrecadação e a destinação de recursos, na Escola de Ensino Fundamental Paquetá, pela APP daquele educandário, no período compreendido entre 2017 e maio de 2019.

“Em 2017, a arrecadação girou em torno de R$ 49,9 mil e as despesas foram de aproximadamente R$ 37,3 mil. Então, sobrou um caixa para utilizar no ano seguinte. Em 2018, a arrecadação foi de cerca de R$ 47,3 mil, enquanto que os gastos foram de R$ 57 mil, mas ainda tinha a sobra de 2017. Até maio de 2019, foram arrecadados R$ 19,8 mil e os gastos já foram de R$ 21,1 mil. No total, as arrecadações desse período foram de cerca de R$ 117 mil e as despesas, R$ 115 mil” - informou o parlamentar.

“Talvez esse valor seja mínimo para muita gente, mas não para a escola e a própria Secretaria de Educação, que às vezes tem falta de recursos e aquela determinação de mandar o básico para a escola, que às vezes não consegue se manter. Por isso é que vem o papel da APP, que além de estar fiscalizando e acompanhando os trabalhos escolares junto do conselho escolar, também ajuda nessa questão de manutenção”, acrescentou.

Deichmann voltou a defender - como o fez na sessão da semana passada - a autonomia das APPs para auxiliarem os educandários a sanar demandas específicas, como pequenos reparos na infraestrutura, compra de material didático, entre outras, evitando, assim, procedimentos burocráticos próprios da esfera pública e agilizando soluções.

“Não custa ajudar, é nosso dever. A questão de achar que tudo no setor público vem de graça já era. Tanto é que existe a contribuição espontânea, ou seja, contribui quem quer, mas é importante, a gente reforça isso”, disse. “Se não tiver a APP para auxiliar, vai acabar sucateando mais ainda [a escola], e como é que ficam as nossas crianças?”, questionou.

“Ficar batendo em cima disso, que é um trabalho voluntário, desculpa, mas é não ter o que fazer. Às vezes, é até uma questão pessoal com o governo, de querer travar e deixar a dependência só para a Secretaria de Educação”, concluiu.

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