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SESSÃO ORDINÁRIA: 26/11 - 17H

imprensa

04/07/2019

Pronunciamento

​Ivan Martins solicita que a Prefeitura reative convênio de saúde com sindicatos

Destaque

Na sessão ordinária desta terça-feira, 2 de julho, o vereador Ivan Martins (PSD) abordou uma indicação de sua autoria, apresentada na reunião de 18 de junho, onde solicita que a Prefeitura volte a firmar convênios na área de saúde com os sindicatos trabalhistas do município.

“Por meio desses convênios, haverá significativa melhora na saúde pública, reduzindo o tempo de atendimento do usuário do SUS para consultas, exames e medicamentos, desafogando os postos do município”, justifica o pedido. Na tribuna, o parlamentar pontuou que alguns sindicatos contam com o atendimento de seus próprios médicos.

Em aparte, o vereador Sebastião de Lima, o Dr. Lima (PSDB), relatou que, em reunião com o Secretário de Saúde, Humberto Fornari, o mesmo justificou que há impedimentos legais na retomada do contrato. “Como há os problemas das licitações, obrigadas a serem feitas do jeito errado, o secretário tem amarras que o impedem de fazer essa assinatura, por mais que ele entenda a importância”, disse.

Ao concordar com os argumentos, Martins rebateu que o sistema de saúde pública de Brusque precisa de soluções. O parlamentar frisou que uma grande quantidade de associados atendida pelos sindicatos tinha que se deslocar até aos postos de saúde, para solicitar receitas médicas emitidas por profissionais do SUS, lotando as unidades. “Nossa intenção é pedir ao Executivo que não cobre isso, que ceda os remédios indicados pelos médicos dos sindicatos, sem precisar trocar as receitas”.

O vereador Celso Emydio da Silva, o Dr. Celso (DEM), pontuou em aparte que o modelo de atendimento dessas organizações é limitado a apenas trabalhadores e vai contra as diretrizes do SUS. “O que pode ser feito é uma parceria com os sindicatos para eles ofertarem serviços à comunidade”, sugeriu.

Por fim, Martins parabenizou o Poder Executivo pelo esforço em atender a população, que cresce exponencialmente e, segundo ele, sem aumento significativo de orçamento disponível. “Se queremos diminuir o fluxo nos postos de saúde, temos que buscar alternativas, e esta é uma das que pode contribuir de forma significativa”. 

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