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13/09/2017

Tuta fala sobre o assassinato do cabo Everaldo e outros assuntos

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Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 12, o vereador Claudemir Duarte, o Tuta (PT), falou sobre a morte do cabo Everaldo Soares de Campos, da Polícia Militar, executado a tiros por um bandido na segunda-feira, 11, em Guabiruba. “É mais um exemplo de que a gente tem que cobrar, sim, para que não venha a acontecer com outros [policiais] o mesmo que ocorreu com ele. Repudio a Secretaria de Estado da Segurança Pública pelas colocações sobre os efetivos [policiais], e espero que a família do cabo Everaldo se apegue ao resto da corporação para conseguir passar por isso”, disse o parlamentar.

Jean Pirola (PP), em aparte, corroborou com a opinião de Tuta a respeito da Secretaria de Estado da Segurança Pública e creditou à falta de representatividade política na Assembleia Legislativa o motivo de Brusque e as demais cidades da região não serem contempladas com reforços no efetivo policial: “Perdemos a escola de formação de soldados da Polícia Militar para Blumenau porque eles têm muito mais força política do que Brusque”.

Tuta discorreu ainda sobre o transporte de pacientes feito pela prefeitura até Blumenau, para a realização de procedimentos como a hemodiálise: “No Bateas, por volta das 3 horas da manhã, sai uma topique carregada de pessoas, voltando por volta das 19h30, 20h, até 21h. Vai cortar gastos numa situação dessas? As pessoas ficam debilitadas na van e já teve situações de pessoas terem de dar dinheiro a outras para que pudessem comer algo por lá. Vou só deixar um recado: se [o paciente] fosse mãe ou pai de alguém, não cortariam gastos. Falar em atendimento de excelência e fazer um troço desses?”, questionou.

Por fim, o vereador lamentou as colocações do diretor-presidente do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) sobre a obra de macrodrenagem realizada no bairro Santa Rita (integrante do PAC Nova Brasília): “Dizer que é uma obra vagabunda, fuleira? Uma obra com galerias de 3,40 por 2,15 metros, [...] que vinha sendo executada e quando o Paulo Eccel saiu da prefeitura parou a escavação. Na rua Tecelões de Lodz, se alguém duvida, pode ir ver, tem casa que bota água duas, três vezes numa semana. Obra vagabunda é aquela que não beneficia a população, mas obras que vão tirar a água de dentro das casas tem que ser feitas. Esta obra está a pouco tempo de tirar a água de dentro das casas do pessoal do Nova Brasília, que estiveram várias vezes na Câmara. Sinceramente, fico muito preocupado com o pessoal do Nova Brasília se esta obra for tratada desta forma. No final do ano, coitados”.

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